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"Se rugas têm de ser escritas na testa, não permita que se inscrevam no coração. O espírito jamais deve envelhecer" James Abram Garfield Romeo and Juliet‘Zapeando’ os canais a cabo, me deparei esta semana com o filme Romeu e Julieta, dirigido por Franco Zeffirelli. Pra mim um dos mais belos e inesquecíveis filmes da história do cinema. Eis aqui uma resumida sinopse: Duas famílias de Verona, os Montéquios e os Capuletos, que se odeiam. O jovem Romeu Montéquio entra numa festa dos Capuletos e, lá, conhece Julieta, a filha da família rival, por quem se apaixona. O amor entre os dois, no entanto, jamais será permitido pelas famílias. Este ano está fazendo quarenta anos de sua produção. Leonard Whiting, o Romeu, tinha então 17 anos e Olívia Hussey, a Julieta, 15. Tornando-se assim um dos pares românticos mais bonitos do cinema. Os jovens criaram uma identificação imediata, influenciando na moda e no comportamento. É uma história de amor incomum. Uma estória de amor que vence todas as barreiras e todos os ódios. O filme recebeu quatro indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Figurino e Melhor Fotografia, ganhando nessas duas últimas categorias. A música tema "A Time for Us", uma balada melancólica e sensível cantada no filme por um jovem músico quando Romeu vê Julieta pela primeira vez no baile dos Capuletos, foi um sucesso estrondoso. Peguei o filme no finalzinho. Vou pesquisar que dia passará novamente no Telecine Cult e me programar para assisti-lo com uma vasilha de pipocas. Certamente vou viajar no tempo. O que dizer de uma adolescente de quatorze anos se apaixona perdidamente por este filme? Pelos atores, pela estória de amor? Pela especial beleza de seu casal de atores principais? Eu e uma amiga adolescente à época assistimos (naquele tempo não havia vídeo cassete...) quase uma dezena de vezes no cinema, este maravilhoso e açucarado filme baseado na obra do imortal William Shakespeare. Jurassic Jack ::: Relembrado por Jack 8:10 PM ::Ponha a dentadura pra comentar: ::Se estiver sem dentadura: Segunda-feira, Novembro 24, 2008 O Mais Querido ::Se estiver sem dentadura: A cada novo post aqui do Playground, eu faço uma viagem... O Flash Gordon, relembrado pela Jack, me trouxe recordações dos primeiros filmes de ficção científica do meu tempo de criança. Do tempo que meu pai me levava ao cinema pela mão... Nessa época eu curtia demais os filmes de monstros e de ficção científica, principalmente quando os dois gêneros se combinavam, e assistia a todos com uma mistura de medo e excitação. Na televisão, nos anos sessenta, os programas que me tiravam o sono e davam pesadelos eram Quinta Dimensão e Além da Imaginação, mas antes disso, nos cinemas, os grandes astros da ficção-terror eram os monstros japoneses da geração nuclear - Godzilla e sua trupe. Fui pesquisar o que se poderia encontrar na internet e quase chorei de rir com o que encontrei, revendo as cenas que tanto me impressionaram naquela época. O tema era quase sempre o mesmo. Nos anos seguintes às explosões das bombas de Hiroshima e Nagasaki, a tônica de todos os roteiros eram os monstros mutantes gerados pelas experiências nucleares. - GODZILLA (Gojira no original em japonês) era o campeão de todos eles. Uma mistura de várias espécies de dinossauros em tamanho GG. E com poderes especiais resultantes, é claro, da exposição à radiação nuclear. GODZILLA - MOTHRA - Era uma borboleta (!!) gigante. Com direito a fase de larva e tudo mais... Mas era do bem. Só queria salvar as duas pequeninas nativas, de vinte centímetros de altura, que haviam sido capturadas. Umas gracinhas... Não encontrei o vídeo do filme original, apenas imagens.
Cartaz do filme MOTHRA - RODAN - Essa coisa era uma espécie de ave mutante misturada com algum tipo de pterossauro. Imensa, provocava uma tremenda destruição simplesmente com o deslocamento de ar provocado pelo movimento de suas asas gigantescas. RODAN Esses três foram os que mais me impressionaram e ficaram gravados lá num cantinho da minha memória. Revendo as cenas com os precários (d)efeitos especiais, não consigo deixar de sorrir imaginando como aquilo podia encher as salas de cinema. Mas eram um sucesso. Tanto que geravam várias seqüências, como por exemplo o encontro de Godzilla e Mothra. GODZILLA X MOTHRA Eu continuo fascinado por esse gênero de monstros-ficção e hoje estão disponíveis recursos cinematográficos, inimagináveis àquela época, que tornam as imagens bastante reais. A nova versão de Godzilla, produção americana de 1998, não teve o charme do original, mas visualmente conseguiu imagens impactantes. Assim como a nova versão do meu primeiro grande (literalmente) ídolo, King Kong, que esteve próximo da perfeição visual nessa última refilmagem de 2005. A propósito, se alguém estranhou a ausência do gorilão na relação acima, lembre-se que ele era de uma categoria diferente de gigantes. Habitante de um mundo perdido, nada tinha em comum com os monstros nucleares. Está mais para Jurassic Park... Apesar disso foi produzido, em 1962, um encontro improvável do Kong com o Godzilla, mas muito ruim. Se vocês quiserem rir mais um pouquinho assistam a "homenagem" aos Top 10 Giant Movie Monsters. ::: Relembrado por Paulo 7:23 PM ::Ponha a dentadura pra comentar: ::Se estiver sem dentadura: Dando tempo ao tempo![]() Em meus dias de descanso, gosto de me estirar no sofá, lendo um pedaço de jornal, ouvindo um CD em volume moderado. Dia desses, coloquei um da Nana Caymmi, especialmente para ouvir esta música. Aliás, eu recomendo que vocês cliquem no link para ler este post ao som da canção de que falo. Pois bem. Fico lendo e ouvindo música até enjoar. E eu demoro pra enjoar disso. Eu ouvindo esta pérola da nossa MPB, de Aldir Blanc e Cristovam Bastos, nisso levanto os olhos do jornal. Um portal, que conheço muito bem, se abre na minha cabeça. Uma idéia entra em gestação. *
Foi quando tocou a campainha. Vou abrir a porta e... surpresa! Era o Tempo vindo me visitar. - Ora, ora...Quem é vivo sempre aparece! – exclamo com alegria. - Se não matam o tempo, eu estou sempre vivo... – ele me responde sorrindo. - Por favor, entre! A que devo a honra? - Eu estava passando... - Sei...O Tempo passa... – interrompi. Ele fingiu que não percebeu a piada infame. - ... e resolvi vir te fazer uma visita rápida... Se você tiver tempo, é claro. Retribuí na mesma moeda, ignorando a gracinha dele. - Toma alguma coisa? – perguntei, amigável. - Tempo não toma...Os outros é que tomam tempo... – respondeu, com um sorriso cínico afivelado na cara de pau. - Huummm...Bem humorado. Gosto disso. Mas o que fiz para merecer sua amável visita? - Vim lhe agradecer. Você tem me dedicado muito tempo... - Ah, muito obrigado. Faz tempo que não ouço um agradecimento tão sincero... - É de coração, pode acreditar. - Tenho mesmo escrito em dois blogs até sobre um de seus filhos... - O Passado....É...ele é o meu mais velho. Me dá mais alegrias que tristezas. - A mim também. Que coincidência. De seus outros filhos, o Presente e o Futuro, eu também gosto. Mas você entende, minhas afinidades são com o Passado... - Entendo, é claro. Meu filho do meio, o Presente, também é ótimo. Mas vive com pressa. A gente quase nem o percebe... - O seu caçula eu nunca vi... - Ah, do Futuro ninguém sabe, não é?
Resolvo provocar o Tempo. - Você tem algum preferido? - Não...São todos partes de mim. E não se deve rejeitar o que faz parte de nós, não é? - Bem, há algumas partes de mim que estão me rejeitando. Por pura rebeldia. Meus cabelos, por exemplo. Estão muito rebeldes. Eles estão se rebelando e me deixando. Sinto que estou perdendo eles aos poucos. Você tem algum conselho para lidar com essa situação? Ele riu gostosamente. - Não, não... Nem tenho tempo pra isso. Já vou me botando. Protestei. - Mas já? Fique mais um pouco! - Je m’en vais... Levantei-me para abrir a porta e quando fui ver, o Tempo tinha passado e eu nem percebera. Naquele momento, a Nana cantava: “No fundo é uma eterna criança Que não soube amadurecer Eu posso Ele não vai poder me esquecer.” * Desculpe, caro Aldir, mas eu não posso esquecer o Tempo de jeito nenhum. Ele também é parte de mim... PteroMarco ::: Relembrado por Jack 7:28 AM ::Ponha a dentadura pra comentar: ::Se estiver sem dentadura: Flash Gordon (a série)![]() "A humanidade está condenada à destruição! Um planeta distante saiu de sua órbita e está vindo em rota de colisão com a Terra. Enquanto o Dr. Hans Zarkov trabalha incansavelmente para finalizar seu projeto de foguete espacial, Flash Gordon, um renomado jogador de pólo e graduado por Yale, é um passageiro de uma pequena espaçonave onde ele conhece sua companheira de viagem Dale Arden. Quando uma chuva de meteoros destrói sua espaçonave, Flash e Dale aterrissam perto da nave de Zarkov. O cientista os convida a juntar-se a ele em sua jornada para salvar a Terra e o heróico trio parte para a mais fantástica aventura de suas vidas rumo ao ameaçador planeta Mongo. Aventura e diversão garantidas para toda a família." ![]() Esta era mais ou menos a sinopse dos filmes de Flash Gordon. E o post do Bananassauro me fez viajar, pois sempre gostei de tudo que se refere à ficção científica. Tentei me recordar um pouco desta série. Não me lembro tão nitidamente como gostaria. Acho que passava na televisão uma versão com legendas. Legendas essas, muito pequenas. Que a gente mal conseguia ler. Acho que ainda não existia o processo de dublagem. Não sei ao certo. Ou a cópia dos cinemas ia diretamente para a TV. Totalmente sem recurso e tecnologia. A curiosidade me pegou naquela época. Até hoje gosto muito do gênero ficção. Só que a coisa evoluiu bastante. Agora os filmes estão cheios de efeitos especiais, coisa e tal. Aliás, às vezes até demais! Antigamente as coisas ficavam mais por conta de nossa imaginação. Hoje estão prontas. Nas telas e nas caixas de som. Tela plana, wide screens, TV de plasma e agora LCD, home theaters, som e imagem digital e por aí vai. Nada mesmo tão obsoleto como aqueles velhos filmes... E graças ao Santo Youtube (amém!) podemos rever (ou ver pela primeira vez) como era tosca a série. Hoje, comparado a outros filmes atuais tipo Star Wars (os últimos), a gente pode até rir, mas nos anos cinqüenta e/ou sessenta era diversão garantida... Ora se não! Se tiver um tempinho, dê uma olhada nos outros pedacinhos da série que lá estão. Bom divertimento! Jurassic Jack ::: Relembrado por Jack 6:36 AM ::Ponha a dentadura pra comentar: ::Se estiver sem dentadura: |
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